

Bem a seu feitio ditatorial, o ex-governador Helder Barbalho deu a ordem para a plebe rude: durante a campanha eleitoral, o nome do presidente Lula e referências ao PT devem ser evitados em municípios como Marabá, Parauapebas, Canaã dos Carajás, Paragominas, Rondon do Pará, Conceição do Araguaia, Redenção, Rio Maria, Xinguara, São Félix do Xingu, Santana do Araguaia, Santarém, Oriximiná, Itaituba, Altamira e Novo Progresso, entre outros, principalmente em municípios com forte influência na política de fazendeiros e empresarios ligados ao agronegócio…
O bom entendedor, entenderá.
Concurso fajuto
O concurso da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) para a contratação de professores públicos, anunciado pela candidata Hana Ghassan como peça de campanha eleitoral, é só para inglês ver. O Pará tem 7.800 professores temporários, mas o concurso pretende contratar pouco mais de mil.
Então, é o famoso concurso “Me engana que eu gosto”.
E a cara da governadora de plantão Hana Ghassan nem treme.
Triste o Pará da família Barbalho e seus marionetes.
Assessores fantasmas
O ex-hovernador Helder Barbalho deixou para Hana Ghassan uma herança maldita: supostos três mil assessores especiais lotados na Governadoria do Estado, na verdade cabos eleitorais que recebem religiosamente todo mês, mas não trabalham.
São servidores fantasmas.
Gasparzinhos!
Diga não ao trabalho infantil
Sinceramente, achei sem noção a candidata da família Barbalho ao governo, Hana Ghassan (MDB), mostrar em seu primeiro programa de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão ela, ainda criança, trabalhando.
Pareceu apologia ao condenável trabalho infantil. Prefiro mil vezes toda criança na escola, de preferência em tempo integral.
Temos dito.
Miséria extrema no Pará
O Pará tem quase 1,3 milhão de famílias sobrevivendo graças ao Programa Bolsa- Família. Estado rico, povo pobre.
Herança maldita de 50 anos dos milionários Barbalhos no poder.

Faça um comentário