
Decisão da mulher do ex-governador Helder Barbalho (MDB), conselheira Daniela Lima Barbalho, do Tribunal de Contas do Pará, beneficiou o ex-prefeito do município de Tailândia, conhecido como Macarrão, parceiro do MDB de Helder e Hana Ghassan.
Por isso é que se diz que a maior obra de Helder Barbalho no exercício do governo do Pará, sem controvérsias, foi a indicação e nomeação da própria mulher, Daniela Barbalho, para o cargo vitalício de conselheira do Tribunal de Contas do Pará, com salário mensal de R$ 35 mil e poderes para julgar as contas do próprio marido, o governador que conseguiu a “boquinha” no exercício do cargo até Daniela completar 75 anos.
Nunca se viu nada parecido, antes, na história do Pará, em relação ao aparelhamento do Estado por uma mesma família.
No Tribunal de Contas do Pará, Daniela Barbalho trabalha para o marido, o seu partido, o MDB, e para os aliados.
TCE vai auditar obras
do Parque da Cidade
Ninguém leva fé que o Tribunal de Contas do Pará (TCE) vai auditar para valer as obras realizadas no Parque da Cidade, para a COP 30, no governo de Helder Barbalho e Hana Ghassan.
Orçadas inicialmente em R$ 65 milhões, as obras acabaram torrando R$ 980 milhões – quase R$ 1 bilhão – com fortes indícios de superfaturamento, inclusive por empreiteiras cujos donos são amigos do rei.
Resta torcer para que a relatoria da auditoria não caia no colo da conselheira Daniela Barbalho, indicada e nomeada para o Tribunal de Contas pelo próprio marido, o então governador Helder Barbalho, de triste memória.
A omissão de Hana Ghassan
O Amapá suspendeu o uso do fogo em todo o estado até 30 de novembro, diante do aumento do risco de incêndios.
Entre 1º de agosto e 1º de setembro, foram registrados 67 focos de calor, contra 14 no mesmo período de 2025 — uma alta de 378,6%.
Calçoene concentrou 36 focos e Tartarugalzinho, 13.
Enquanto isso, no Pará, que também está em chamas, a governadora Hana Ghassan aguarda as ordens de seu chefe Helder Barbalho para adotar alguma providência.
Vale investe em minerais críticos
A mineradora Vale coloca terras raras e logística no topo dos seus planos de diversificação.
A Vale está montando as peças de um novo ciclo de diversificação. O mosaico combina investimentos em minerais críticos, notadamente terras raras, e ampliação da infraestrutura portuária, para dar suporte e capacidade de escoamento ao futuro aumento da produção. Uma coisa está indissociavelmente ligada à outra, como ensinou Eliezer Batista, o responsável pela transformação da Vale no maior player de minério de ferro do mundo.

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