Helder Barbalho não transfere voto

Ex govenador Helder Barbalho

Três anos depois de lançar publicamente a candidatura de sua vice Hana Ghassan Tuma (MDB) ao governo do Pará, o ex-governador Helder Barbalho (MDB), ao analisar os dados das últimas pesquisas chegou a constatação de que, para sua estratégia ser vitoriosa, nas urnas, faltou acertar com o fundamental: o zagueiro eleitor, por todo o Pará.
Helder deixou o governo para ser candidato a uma das duas vagas abertas no Senado da República com popularidade em queda livre, e vê Hana patinando nas pesquisas, sempre atrás do ex-prefeito de Ananindeua, Dr. Daniel Santos (Podemos) e ele mesmo corre risco de não se eleger.
Hana Ghassan, é verdade, tem tentado de tudo para cair nas graças do eleitor paraense: já se jogou em piscina de roupa e tudo, tomou água da torneira na favela da Vila da Barca e correu em inaugurações de obras do Estado debaixo de chuva. Mas, porém, todavia, contudo, nada de crescer nas pesquisas. Patina que nem carreta na lama da rodovia Transamazonica, entre Uruará e Medicilândia.
Hana não cresceu nem pisando na legislação eleitoral vigente, com alguns artifícios ilegais utilizados para enganar a justiça eleitoral, como espalhar centenas de outdoor pelo Estado – uma grosseira burla contra o que estabelece a legislação eleitoral – tomando pesadas multas exigidas pelo atento Ministério Público Eleitoral.
Quem padece do mesmo mal – falta de votos – é o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Francisco Mello, o Chicão (União Brasil), escolhido a dedo pelo ex-governador, para compor a chapa do MDB ao Senado, como se Helder Barbalho fosse a ressurreição do Rei Midas, que transformava em ouro tudo o que tocava. Helder decididamente nunca será um Midas.
Mesmo usando descaradamente a máquina do governo do Estado em sua campanha eleitoral, percorrendo os mais de 1,2 milhão de km quadrados do continente chamado Pará em jatinhos de empresários amigos, com vultosos contratos com o governo, Helder lamenta diuturnamente o desempenho pífio de Chicão nas pesquisas, superado por Celso Sabino, Zequinha Marinho e Éder Mauro a menos de 50 dias das eleições.
Chicão, coitado, além de carregar a “lanterna” na maioria das pesquisas, ainda enfrenta a assombração da Operação Expertise, da Polícia Federal, que descobriu um mar de lama – e corrupção na Assembleia Legislativa do Pará, com envolvimento direto de assessores especiais da presidência da Casa.
@Ou seja, de Chicão, o lanterna.
Resumo da ópera:
Apesar de todos os penduricalhos de seu antigo governo, como na distribuição do seu eleitoreiro Cheque-Moradia, do novo Cheque-Pecuária, e até das usinas da paz, Helder Barbalho não transfere votos para seus, digamos assim, ungidos. Trata-se de um Rei Midas ao contrário: tudo o que toca vira pó.
Vai pagar o preço nas eleições de outubro, quando a Oligarquia Barbalho vai levar o farelo.
Nas urnas, por todo o Pará!

Helder Barbalho, o ingrato

O presidente Lula esqueceu Helder Barbalho (MDB).
Cansou de trairagem, de enganação, de jogo duplo.
O ingrato Helder sequer citou o nome de Lula durante a convenção do MDB que homologou a marionete para a disputa do governo do Pará.
Helder, o ingrato, esqueceu que Lula nomeou o seu irmão, Jaderzinho Barbalho, para o Ministério das Cidades, e se virou nos 80 para garantir R$ 5 bilhões de investimentos em Belém para sediar a COP 30.
Lula quer ter em Brasília senadores em que possa confiar e não quem o apunhala pelas costas.
Por essas e outras, Lula e o PT tem candidato preferencial ao Senado nas eleições de outubro no Pará: Celso Sabino, do PDT.
Neste, fiel escudeiro, Lula confia.

Fraudes nas pesquisas

Duas pesquisas supostamente fraudulentas, no Pará – da Doxa e da Atlas – beneficiando claramente a candidata governista Hana Ghassan (MDB) foram suspensas pela justiça eleitoral no Pará. As duas pesquisas suspensas prejudicam o candidato Dr.Daniel Santos (Podemos), que desafia nas urnas a Oligarquia dos Barbalhos.
Pesquisas manipuladas no período eleitoral são um câncer para a democracia, induzindo eleitores que adoram “votar no candidato que vai vencer”.
Manipular pesquisas é o que resta, neste jogo sujo e sem escrúpulos, para candidatos destinados a perder.
Não caiam em golpes: a melhor pesquisa é aquela que sai das urnas, pelo voto soberano do eleitor consciente.

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